Em 2016 eu fiz vestibular e isso me privou de muitas coisas, inclusive ler, que sempre foi uma das minhas atividades preferidas. Maaaas, isso não me impediu de sair comprando a cada vez em que eu entrei numa livraria, né? É praticamente impossível e muito doloroso sair de uma livraria sem levar nenhum livrinho.
Consequência disso? Uma penca de livros acumulados que eu comprei e ainda não li. Por isso estabeleci uma meta para essas férias de 2017: ler todos eles. E como são livros que, aparentemente, são muito bons, quis compartilhar aqui com vocês.

 

O teorema Katherine

Se o assunto é relacionamento, o tipo de garota de Colin Singleton tem nome: Katherine. E em se tratando de Colin e Katherines, o desfecho é sempre o mesmo: ele leva o fora. Já aconteceu muito. Dezenove vezes, para ser exato. Depois do mais recente e traumático término, ele resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e um melhor amigo bem fora de forma no banco do carona, o ex-garoto prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar pés na bunda, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam. Uma descoberta que vai mudar para sempre a história amorosa do mundo, vai vingar séculos de injusta vantagem entre Terminantes e Terminados e, enfim, elevará Colin Singleton diretamente ao distinto posto de gênio da humanidade. Também, é claro, vai ajudá-lo a reconquistar sua garota. Ou, pelo menos, é isso o que ele espera.

                                    A revolução dos bichos

Verdadeiro clássico moderno, concebido por um dos mais influentes escritores do século 20, ‘A Revolução dos Bichos’ é uma fábula sobre o poder. Narra a insurreição dos animais de uma granja contra seus donos. Progressivamente, porém, a revolução degenera numa tirania ainda mais opressiva que a dos humanosEscrita em plena Segunda Guerra Mundial e publicada em 1945 depois de ter sido rejeitada por várias editoras, essa pequena narrativa causou desconforto ao satirizar ferozmente a ditadura stalinista numa época em que os soviéticos ainda eram aliados do Ocidente na luta contra o eixo nazifascista.De fato, são claras as referências: o despótico Napoleão seria Stálin, o banido Bola-de-Neve seria Trotsky, e os eventos políticos – expurgos, instituição de um estado policial, deturpação tendenciosa da História – mimetizam os que estavam em curso na União Soviética.Com o acirramento da Guerra Fria, as mesmas razões que causaram constrangimento na época de sua publicação levaram A revolução dos bichos a ser amplamente usada pelo Ocidente nas décadas seguintes como arma ideológica contra o comunismo. O próprio Orwell, adepto do socialismo e inimigo de qualquer forma de manipulação política, sentiu-se incomodado com a utilização de sua fábula como panfleto.

 

                                    O diário de Bridget Jones

Bridget Jones já é uma personagem querida por milhares de leitores. Seja pelas suas desventuras amorosas ou problemas com os pais, é muito fácil se identificar (e adorar) a personagem criada por Helen Fielding. Em uma nova edição comemorativa dos 20 anos desde o lançamento do primeiro livro, está é uma chance para um reencontro de fãs antigos ou uma nova paixão para quem nunca leu este clássico. Bridget continua atual e afiada como nunca: uma personagem tão perfeitamente imperfeita para ajudar todos que já sentiram que eram os únicos cuja vida não está sob controle.

 

Não se enrola, não

A vida de Isabela dá uma completa reviravolta depois do sucesso de seu blog, Garota em Preto e Branco. Decidida a perseguir seus sonhos, ela abandona o curso de direito, deixa a casa dos pais, em Juiz de Fora (MG), e se muda para São Paulo tão logo conquista um emprego numa badalada revista on-line. Enquanto se adapta aos novos tempos numa quitinete no Baixo Augusta, Isabela escreve seu primeiro livro. Seria perfeito se no apartamento em frente não morasse o envolvente Pedro Miller e os dois não se embolassem regularmente sob o mesmo lençol. Não, não é namoro. Não, não é apenas amizade. É algo muito mais enrolado, um relacionamento sem um nome definido. Um “isso”, como diz a personagem. Embora não tenha coragem de confessar seus sentimentos, Isabela sabe que está perdidamente apaixonada pelo seu melhor amigo. Após Não se apega, não e a sequência, Não se iluda, não, Isabela Freitas mostra neste Não se enrola, não os primeiros passos de seus personagens na vida adulta, com toda a independência e as responsabilidades que ela proporciona.

 

O irmão alemão

‘O Irmão Alemão’ é o novo livro de Chico Buarque. O autor já publicou os romances ‘Estorvo’, ‘Benjamim’, ‘Budapeste’ e ‘Leite Derramado’ que lhe renderam três prêmios Jabuti e venderam quase um milhão de exemplares, ficando por meses nas listas de livros mais vendidos do país. Ele também é autor de peças como Roda Viva e Ópera do Malandro. Um romance em busca da verdade e dos afetos.

 

Fallen

Edição especial em capa dura do grande sucesso de Lauren Kate, que inspirou o filme “Fallen”, superprodução dos estúdios Disney. Há algo estranhamente familiar em Daniel Grigori. Misterioso e evasivo, ele conquista a atenção de Luce Price desde o primeiro momento, no seu primeiro dia no internato da Sword & Cross. O rapaz é uma faísca de luz, em um lugar onde os telefones celulares são proibidos e os outros estudantes são, todos, muito desajustados. Mas Daniel guarda um segredo. E Luce está determinada a desvendar os mistérios por trás de seu amado, mesmo que ele não tenha nenhum interesse nela. Mesmo que ela acabe morrendo. Perigosamente excitante e cheio de um romance circundado pelas trevas, “Fallen” tem o poder sobrenatural de prender o leitor em cada página, numa história de amor que vai além das leis da terra.

Já leram algum desses? Comecei já pelo Teorema Katherine e tô amando. Quando acabar faço resenha!

Fonte das sinopses

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